O JM apercebeu-se de haver alguma uma incompatibilidade (a roçar o conflito) entre as duas teorias, pelo que a certa altura disparou «mas o Jesus é amigo do Pai Natal?». Talvez quisesse apenas saber se os pedidos realizados ao Menino Jesus seriam entregues também ao Pai Natal, se eles comunicavam entre eles, se eles combinavam quem dava o quê... até para não haver duplicação de entregas.
Então o combinado foi: cá em casa, o (Nascimento do) Menino Jesus traz as prendas (os parêntesis ser-lhe-ão retirados com o tempo); em casa dos amigos e familiares, vai quem eles quiserem. Se foi o Pai Natal que passou lá em casa e deixou presentes para os meninos, eles aceitam de bom grado. «Obrigado». O JM ficou esclarecido que, independentemente dos meios, a informação acaba por passar. Não houve presentes repetidos. E mesmo o MM recebeu o presente que o ele tinha pedido para o 'mano': «um caracol para pôr coisas que havia no Alcofinha e eu gostava». A felicidade de ambos.
[fonte: fisher-price.com]
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